HOJE FAZEMOS ANOS… EM BOA COMPANHIA!

3º aniversário do gato alfarrabista

Era nossa intenção comemorar o 3º aniversário deste blogue de forma algo especial, mas as limitações a que estamos sujeitos, de momento, condicionados pela assistência técnica que a Catherine Labey, por motivos de força maior, está impedida de nos prestar assiduamente, durante algum tempo, obrigam-nos a ser mais modestos nos nossos propósitos.

E assim O Gato Alfarrabista, para se manter activo, contando com menos recursos técnicos (e com menos espaço), teve de reduzir a programação de Janeiro aos “serviços mínimos”, isto é, a posts sobre notícias que nos são enviadas ou respeitantes a outros acontecimentos especiais que têm lugar também este mês, como o aniversário d’O Mosquito, cujos 80 anos de existência — não real, estatística, mas caldeada na memória e no afecto dos seus inúmeros leitores que jamais o esqueceram, alguns dos quais também já Mosquito 648alcançaram, ou ultrapassaram, essa respeitável idade — serão festejados, como habitualmente, num almoço- -convívio a realizar hoje, pelas 12h30, num restaurante da baixa lisboeta (coincidindo, portanto, com o nosso aniversário).

Uma honrosa coincidência, aliás, que muito desvanece O Gato Alfarrabista, sempre disposto a evocar a memória e as glórias de uma das mais prestigiadas revistas da BD portuguesa — à qual a nossa Loja de Papel quis prestar também homenagem, criando em 1/8/2014 um blogue com o seu nome: O Voo d’O Mosquito (https://ovoodomosquito.wordpress.com)

Quanto a nós, esperamos continuar na senda de um contínuo progresso, apresentando posts mais frequentes e mais bem elaborados, como já aconteceu em 2015, com um saldo francamente positivo: 208 posts publicados, um aumento de 20% em relação ao nosso 2º ano de existência. E com um número também nitidamente superior de visitantes, muitos deles regulares (cerca de 41.000 visitas, oriundas de 86 países, com predomínio de Portugal, Brasil e França, segundo o relatório da WordPress), número que esperamos possa continuar a crescer. O dia mais activo do ano foi 17 de Outubro, com 360 visitas, e o post mais lido, segundo o mesmo útil e eficiente relatório, foi “A História de Portugal em BD – 3” (A conquista de Ceuta).

Como podem verificar na nossa coluna de Archives, Outubro e Dezembro foram os meses mais “produtivos”, com 24 e 28 posts, respectivamente… quase um por dia. “Cada vez melhor” continuará, pois, a ser o lema com que procuraremos nortear a nossa acção, seguindo o exemplo d’O Mosquito (que nos perdoem esta pequena vaidade!), um aclamado jornal infanto-juvenil cujos maiores trunfos foram sempre a atenção que deu aos desejos dos leitores e a ambição de superar as suas expectativas, ano após ano.

Aos nossos visitantes, bem como a todos os colegas e amigos da blogosfera, alguns deles já experimentados internautas, endereçamos calorosos votos de saúde, harmonia, prospe- ridade e muitos êxitos no exercício das suas tarefas.

O MOSQUITO E A MÚSICA

Este é outro post que partilhamos com O Voo d’O Mosquito, blogue da Loja de Papel criado em Agosto de 2014, para homenagear um dos títulos mais carismáticos da história da BD portuguesa. Ultimamente, O Voo d’O Mosquito tem diversificado os seus temas, abordando, por exemplo, as curiosas relações lexicais de um nome que existe em todas as línguas — e que nalguns países europeus deriva do termo latino musca (mosquito em português, castelhano e inglês) — com outras formas de uso, cujo duplo sentido quase traduz uma reinvenção do vocábulo original. Um exemplo que vem a propósito: O Mosquito = jornal infanto-juvenil.

No artigo O Mosquito e a Música, que a seguir reproduzimos, esse duplo sentido está bem explícito, induzindo uma série de correspondências lógicas: mosquito → letra de canção → disco → desenho animado.

Vejam n’O Voo d’O Mosquito outros curiosos posts sobre o mesmo tema.

The Doors & The Mosquito

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Quem diria que o nome de um insecto tão popular como o nosso Mosquito até aparece com destaque em letras de canções?!… Pois aqui têm a prova, neste pitoresco tema da célebre banda de rock The Doors, criada em 1965 por Jim Morrison e Ray Manzarek, dois estu- dantes da escola de cinema de Los Angeles, que também gostavam de música.

A banda, composta por mais dois elementos, Robby Krieger e John Densmore, somou êxitos após êxitos, como Waiting for the Sun, Light my Fire, Love Her Madly, People Are Strange, Break on Through, Touch Me, Riders on the Storm, Moonlight Drive, Roadhouse Blues, Strange Days, L.A. Woman e muitos outros, editados em discos que venderam milhões de cópias.

Jim Morrison - The Doors

Jim The Doors (cartaz do filme)Morrison morreu em 1971, supostamente por causa de uma overdose, e a banda desfez-se pouco tempo depois, mas a sua aura no panorama da música rock persiste ainda hoje, graças à polémica herança artística de Morrison e às homenagens que lhe foram prestadas em diversos medias, nomeadamente no filme reali- zado por Oliver Stone, em 1991, com o actor Val Kilmer no papel do célebre cantor e compositor, e num recente documentário sobre a banda: When You’re Strange, narrado por Johnny Depp.

«Morrison era um poeta», afirmou, certa vez, Ray Manzarek, também já falecido, «e um poeta anseia que as suas palavras sejam ouvidas».

Pois, caros amigos, nesta canção dos The Doors, incluída no álbum Full Circle — último lançado pela banda, depois da morte de Jim Morrison —, qual é a palavra que dá o mote, o nome que fica a bailar no ouvido? Até apetece repeti-lo muitas vezes… E ouçam como mosquito em espanhol rima bem com burrito, duas palavras com sonoridades musicais.

Só temos pena de não vos poder mostrar a banda ao vivo… mas em contrapartida, noutro vídeo que vale a pena ver e ouvir, surge uma conhecida personagem que “interpreta”, à sua (irresistível) maneira, o tema da canção. Divirtam-se com ela e com a animada música de uma das mais célebres bandas de rock de todos os tempos… que acabaria, com um dos seus êxitos, por ficar também ligada ao nosso Mosquito!

 

DOIS ANOS DEPOIS…

2º ANIVERSÁRIO D’O GATO ALFARRABISTA

Anos do GatoAlfarrabista 2015

O nosso blogue festeja hoje mais um aniversário com um cartoon oferecido pela sua preciosa assistente técnica Catherine Labey, sem cujo permanente apoio não teríamos chegado, com toda a certeza, até aqui.

Em 2014, o balanço foi totalmente positivo, pois, cumprindo a promessa feita há um ano, publicámos mais posts (165), criámos novas rubricas e mantivemos a regularidade pretendida, com picos em Abril e Agosto.

Este segundo ano de actividade ficou marcado também pela criação de dois novos blogues, O Voo d’O Mosquito (em Agosto) e A Montra dos Livros (em Novembro), para onde transitaram alguns posts d’O Gato Alfarrabista, mas que têm apresentado também rubricas novas e vão fazendo paulatinamente o seu caminho.

Infelizmente, neste mês de Janeiro a “pedalada” do nosso Gato tem sido menor, ressentindo-se de alguns percalços de saúde do seu coordenador e da inclemente falta de espaço (problema que esperamos resolver muito em breve).

Feito o balanço, só nos resta desejar (e confiar) que 2015 seja ainda melhor que os dois primeiros anos, em que o número de visitantes não parou de aumentar. Obrigado a todos!  

O VOO D’O MOSQUITO

Mosquiro sentado com jornal
O Gato Alfarrabista anuncia a todos os seus amigos a criação, dentro em breve, de um novo blogue. Chama-se O Voo d’O Mosquito e será dedicado, quase em exclusividade, à mais mítica de todas as revistas portuguesas de banda desenhada.
Por uma questão de espaço, todos os posts que já apresentámos sobre O Mosquito transitarão para o novo blogue, embora pouco a pouco, pois teremos de os adaptar a um novo formato. E outros assuntos e rubricas inéditas surgirão, por sua vez, n’O Voo d’O Mosquito, que começará a sua existência já na próxima semana, precisamente um ano e meio depois do nascimento d’O Gato Alfarrabista.
Esperamos que o “neófito” — apadrinhado também pelo blogue Gatos, Gatinhos e Gatarrões, da nossa assistente técnica Catherine Labey — tenha asas fortes para voar e que agrade a todos os saudosistas da “velha guarda”, mas também aos internautas das gerações mais novas que gostam de fazer a ponte entre o passado e o presente.