ALMOÇO-CONVÍVIO DOS 81 ANOS D’O MOSQUITO

Organizado como habitualmente, nos últimos anos, por Leonardo De Sá, realiza-se no próximo sábado, dia 14 de Janeiro, num restaurante lisboeta, o já tradicional almoço- -convívio comemorativo do aniversário da mítica revista O Mosquito, cujos leitores e admiradores continuam a ser numerosos e unidos pelo mesmo espírito de fraterna camaradagem que levou à formação da primeira tertúlia de “mosquiteiros”, em Janeiro de 1986 (como noticiou, com destaque, a imprensa da época), não perdendo, por isso, a ocasião de festejar este aniversário simbólico de uma revista cuja 1ª série se extinguiu há mais de seis décadas.
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Notícia publicada no vespertino Diário Popular, em 15/1/1986.

Por feliz coincidência, este almoço decorrerá, como há 31 anos, no mesmo dia que assinala a data oficial de nascimento d’O Mosquito: 14 de Janeiro de 1936.

OS 80 ANOS D’O MOSQUITO

IMAGENS DE UM ANIVERSÁRIO

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Conforme oportunamente anunciámos, realizou-se no passado sábado, dia 16 do corrente mês de Janeiro, o tradicional almoço-convívio d’O Mosquito, organizado por Leonardo De Sá e que teve como anfitrião, repetindo um ritual do agrado de todos, o Restaurante Pessoa, sito na baixa lisboeta, próximo da Praça da Figueira.

Mas como se tratava de celebrar, simbolicamente, o 80º aniversário da mais carismática revista da BD portuguesa, a afluência de convivas foi tão grande que o repasto já não pôde ter lugar na acolhedora sala do 1º andar, transferindo-se para o rés-do-chão, espaço onde a intimidade e o convívio foram mais afectados, por causa da distância entre as mesas e do próprio ambiente mais ruidoso da sala.

Tanto assim que muitos dos presentes nem chegaram a ouvir os “discursos” da praxe, assinalando condignamente o relevo da efeméride, proferidos por três ilustres membros dessa numerosa e grada assembleia (repleta também de veteranos): José Ruy, Guilherme Valente, editor da Gradiva, e António Martinó.

Foi este último quem nos enviou, poucas horas depois, algumas fotos do convívio, as primeiras que publicamos neste blogue, com agradecimentos ao seu autor e nosso estimado amigo, que quis brindar-nos, cordialmente, com uma recordação pessoal do evento, focando-nos com a sua objectiva em todas essas imagens.

Passe a imodéstia, escolhemos aquelas em que não fazemos pior figura.

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As restantes fotos foram tiradas também por António Martinó, no Clube Português de Banda Desenhada (CPBD), onde continuaram, à tarde, as homenagens ao mítico aniversariante, com um colóquio proferido por José Ruy sobre o seu início nas artes gráficas, como colaborador d’O Mosquito, e a abertura de duas exposições que estarão patentes aos sábados, durante várias semanas, na sede do Clube: “Tributo a Eduardo Teixeira Coelho” e “Os 80 Anos d’O Mosquito”.

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IN MEMORIAM

RUI BANA E COSTA (1945-2015)

Leo e Bana costa

Outra infausta notícia acaba de chegar ao nosso conhecimento, por intermédio de Leonardo De Sá. Faleceu Rui Bana e Costa, velho amigo e companheiro frequente de muitas tertúlias, em especial a Tertúlia d’O Mosquito que se realiza anualmente, em meados de Janeiro, para comemorar o aniversário da revista mais popular da BD portuguesa.

Bana e Catarina LimaRui Bana e Costa, além de coleccionador “compulsivo”, sobretudo de BD americana e franco-belga, era também um profundo conhecedor e um grande entusiasta das nossas publicações infanto-juvenis, possuindo no seu acervo algumas autênticas preciosidades, como os dois (raríssimos) últimos números d’O Gafanhoto, revista editada por António Cardoso Lopes Jr. (Tiotónio), em 1948-49, depois de abandonar a direcção d’O Mosquito, números esses que foram apreendidos pela censura antes de entrarem em circulação, devido a falhas no registo legal do título.

De humor sadio e espírito aberto e generoso, Bana e Costa estava sempre pronto a esclarecer dúvidas e a facultar todos os elementos e informações que lhe eram pedidos, pondo assim o seu vasto saber e a sua vasta bedeteca à disposição dos amigos bedéfilos. À sua memória prestamos uma singela e sentida homenagem, apresentando as nossas condolências à família enlutada. O funeral realiza-se hoje, às 14h30, no cemitério municipal de Camarate, onde o seu corpo será cremado.

IN MEMORIAM

MARIA DA CONCEIÇÃO GANDRA CARDOSO LOPES (1932-2015)

Maria da conceição lopes

Foi com pesar que soubemos, pelo nosso amigo Leonardo De Sá, do falecimento, no passado dia 21 do corrente, de uma das filhas de António Cardoso Lopes Jr. (Tiotónio), nascida em 29 de Fevereiro de 1932.

Maria da Conceição era presença assídua, desde há vários anos, nos convívios anuais comemorativos do aniversário d’O Mosquito, a mítica revista infanto-juvenil fundada em 14 de Janeiro de 1936 por Cardoso Lopes e Raul Correia, e que teve vida para além do fim.

Tio tónioNo início dos anos 50, Tiotónio emigrou para o Brasil, onde permaneceu até ao fim da sua vida, trabalhando no ramo que melhor conhecia: o das indústrias gráficas — e voltando as costas para sempre a Portugal e ao jornalismo juvenil de que foi um dos mais reputados pioneiros.

Sobre os lances da sua vida pessoal e da sua extensa carreira profissional e artística — dedicada não somente a O Mosquito como a outras revistas de referência no panorama da BD portuguesa do século XX —, existe um livro profusamente ilustrado, da autoria de Leonardo De Sá, com fotos de família e documentos raros e inéditos: Tiotónio – Uma Vida aos Quadradinhos, publicado em 2008 pela editora Bonecos Rebeldes, na colecção nonArte. Uma obra fundamental, rematada por uma exaustiva bibliografia da vasta produção de António Cardoso Lopes Jr.

À família enlutada de Maria da Conceição Gandra Cardoso Lopes — e em particular à sua irmã Maria José, que sempre a acompanhava nas deslocações aos convívios d’O Mosquito — apresentamos as nossas sentidas condolências.

IN MEMORIAM

NUNO SAN-PAYO (1926-2014)

NA PINTURA E NA BD

Casal com filacteras

Foto Nuno San-PayoComo já é raro ler jornais — de vez em quando abro uma excepção para o I, o Público e o DN —, só tive conhecimento da morte deste notável e multi- facetado Artista através do meu amigo Leonardo De Sá, que na mensagem que me enviou lamentava, com razão, a ignorância da imprensa ao referir que Nuno San-Payo nascera em Lisboa (quando era natural de Petrópolis, no Brasil) e ao omitir uma das facetas mais significativas da sua carreira artística: a passagem pela Banda Desenhada nos anos 40 e 50, como autor da nova e talentosa geração revelada nas páginas do Jornal da MP e do Camarada (1ª série), sem esquecer a Lusitas, destinada à juventude feminina, e o Lusito, lido pelos rapazes.

Casal a dançarInfelizmente, os jornalistas que redigiram a notícia devem desconhecer a existência da BD portuguesa, bem como de uma obra fundamental, de Leonardo De Sá e António Dias de Deus, publicada em 1999 pelas Edições Época de Ouro e pelo Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI): Dicionário dos Autores de Banda Desenhada e Cartoon em Portugal. Um título comprido, mas, pelos vistos, não o bastante para chamar a atenção de quem escreve sobre certos temas e autores relacionados com a BD, sem perceber patavina do assunto.

Neste livro de consulta e leitura obrigatórias, recheado de completas notas biográficas sobre os nomes mais importantes das artes figurativas nacionais, naquelas duas áreas específicas, regista-se que Nuno Belger Alves de San-Payo nasceu em 1 de Maio de 1926, no Brasil, e formou-se em Arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto. Foi também pintor, figurinista, cenógrafo, autor de cartazes e ilustrador de livros e revistas, tendo a sua breve mas notória intervenção no campo das histórias aos quadradinhos ficado assinalada em vários títulos, como Os Sports, Jornal da MP, Lusito, Camarada e Diabrete.

Nuno San-Payo (1951). Saltimbancos (óleo sobre tela - 99x120cm)Também foi membro directivo da Sociedade Nacional de Belas Artes, cuja presidência exerceu entre 1971 e 1979. Quase tenho a certeza de que foi este distinto cargo que mais impressionou os autores das notas necrológicas publicadas, com mais ou menos floreados, nalguns jornais; mas esque- ceram-se simplesmente de frisar que Nuno San-Payo, como escreveu Jorge Machado- -Dias no seu blogue Kuentro-2, foi “uma das mais ilustres figuras da cultura portuguesa do século XX”. Assim o documenta uma exposição antológica das suas obras pictóricas, patente no Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira, até ao próximo dia 24 de Agosto — talvez uma das mais importantes realizadas em Portugal nos últimos anos.

Nuno San-Payo - diabrete 822Conheci-o há muito tempo, numa das animadas tertúlias do Parque Mayer, onde foi homenageado, por iniciativa de Geraldes Lino, e nas breves mas amistosas impressões que trocámos sobre Banda Desenhada, veio à baila uma das suas melhores histórias, publicada no Diabrete em 1951: “A Ilha de Coral”, cujos originais ainda possuía.

Tive, então, a ideia, com que ele prontamente concordou, de publicar essa obra, a preto e branco, nos Cadernos de Banda Desenhada, mas esta revista bimestral que editei, com alguns amigos, por amor à 9ª Arte (ou seja, com grande prejuízo da nossa bolsa), durou pouco tempo mais.

Nuno San-Payo - Ilha do coral 1 e 2

Recordo esse encontro com Nuno San-Payo e um projecto que, infelizmente, não passou de um sonho, apenas para sublinhar que nenhuma das histórias aos quadradinhos que ele realizou foi reeditada até hoje. O que é pena… Nem suas nem de outros autores da novel escola do Jornal da MP e do Camarada, como Júlio Gil, Marcelo de Moraes, Bastos Coelho, António Vaz Pereira, cuja inspiração de cunho modernista criou um estilo gráfico independente, que abriu novos horizontes à BD portuguesa.

Em jeito de homenagem, aqui ficam algumas páginas ilustradas por Nuno San-Payo no Diabrete e no Camarada (onde assinou também com o seu segundo nome: Belger), todas praticamente desconhecidas das actuais gerações. Exemplos de uma fase mais ama- durecida da sua carreira de banda-desenhista, nelas transparecem já as relações com o estilo de pintura, sobretudo figurativo, que viria a desenvolver posteriormente.

Nuno San-Payo - camarada 67 e 95Nuno San-Payo - Hassan o audaz - 1 e 2Nuno San-Payo - Hassan 3 e 4Nuno San-Payo - Castel-Diabo 1e 2Nuno San-Payo - Kalambula 1 e 2

 

JOHN F. KENNEDY NA BANDA DESENHADA – 2

“MISSÃO DO SUPER-HOMEM PARA O PRESIDENTE KENNEDY”

Almanaque Superman 1965 (capa)Do nosso amigo Leonardo De Sá um “poço de sabedoria” nas mais diversas matérias, reputado ensaísta e investigador na área da BD, com obra extensa e de vulto, sobretudo monografias, publicada nos dois últimos decénios, em Portugal e no estrangeiro, recebemos esta magnífica imagem com a capa do Almanaque de Superman 1965, dado à estampa pela Ebal (Editora Brasil-América, Lda), companhia criada por Adolfo Aizen em 1945 e que se tornou uma das principais promotoras das histórias em quadrinhos no vasto território brasileiro e noutros países da América do Sul.

Aizen lançou muitas séries americanas de autores consagrados, como Alex Raymond, Hal Foster, Lyman YoungWilliam Ritt & Clarence Gray, Burne Hogarth, e converteu os super-heróis, com destaque para Superman, Superboy  e Batman, nos personagens favoritos, durante várias décadas, do público brasileiro.

Nesta capa, da autoria do mestre Monteiro Filho — referência incontornável das histórias em quadrinhos nacionais, na época pioneira da sua expansão nas páginas do Suplemento Juvenil, criado também por Adolfo Aizen —, é distinguida, de forma original, a histórica “Missão do Super-Homem para o Presidente Kennedy”, à qual fizemos avultada referência nos posts anteriores dedicados a JFK e a Al Plastino, o malogrado artista que desenhou esse célebre episódio para a revista da DC Superman # 170 (Julho, 1964), e que faleceu, por doença, há apenas quatro dias, na tarde de 25 de Novembro, notícia que só começou a circular no dia seguinte, depois do nosso post já ter sido editado.

Superman #170 (capa 2)Uma singular coincidência, que aproveitámos para fazer mais uma merecida e sentida homenagem a Al Plastino, complementada agora por esta bela amostra da arte de Monteiro Filho, que muitos fãs portugueses e brasileiros do Super-Homem nunca tiveram certamente diante dos seus olhos. Acresce que ela é uma peça de singular importância, única variante mundial, ao que tudo indica, da vulgar edição da DC, cuja capa, seguindo uma linha tradicionalista, versava outra aventura do Homem de Aço publicada no mesmo número, com o título “If Luthor Were Superman’s Father”.

Para evitar controvérsias com os leitores, nas ondas de choque provocadas pela trágica morte de Kennedy, o editor Mort Weisinger preferiu “jogar pelo seguro”, escolhendo uma capa puramente comercial, sem qualquer relação com a história mais emblemática desse número, ou seja, a que Al Plastino ilustrou, tendo por tema a grande campanha nacional de aptidão física que o malogrado Presidente queria promover entre a juventude americana. 

Os nossos agradecimentos a Leonardo De Sá por nos ter brindado com outro exemplo (e talvez dos mais raros) da passagem de JFK pela banda desenhada. A seguir apresentamos algumas páginas dessa edição brasileira de finais de 1964, infelizmente a preto e branco e com uma qualidade gráfica que deixava muito a desejar.

Missão do Superman para JFK (Alm)+2Missão do Superman para JFK - 3 e 4Missão do Superman para JFK - 5 e 7

COLECÇÕES DE CROMOS – 5

História de portugal cabeçalho

História de portugal capa 1ª edição171Como já assinalámos, esteve patente na Biblioteca Nacional, encerrando hoje, uma mostra comemorativa do lançamento, há 60 anos, de uma das mais apreciadas colecções de cromos que circularam no nosso país — obra de um ilustrador e pintor de reais méritos, Carlos Alberto Santos, então ainda no limiar da juventude e de uma fértil carreira artística. 

Trata-se da História de Portugal, a primeira colecção temática deste género, editada pela Agência Portuguesa de Revistas (APR) em Outubro de 1953, depois de outros êxitos que abriram caminho a uma nova espécie de cromos, que se vendiam separadamente em “envelopes-surpresa”, por 40 centavos, e não, como dantes, nas mercearias e confeitarias, a embrulhar caramelos e rebuçados.

Carlos Alberto foi um dos principais artistas portugueses a distinguir-se nesta popular modalidade, com um apurado sentido gráfico e estético na realização das pequenas estampas, primeiro a preto e branco — como na História de Portugal, cuja colorização era dada nas provas em “azul” — e mais tarde em cores directas, com guache, num estilo mais próximo dos seus trabalhos pictóricos.

Apesar de ter feito banda desenhada para algumas revistas da APR, como o Mundo de Aventuras, foi nas colecções de cromos, destinadas a um público mais heterogéneo, que averbou os seus maiores êxitos. Trajos Típicos de Todo o Mundo, História de Lisboa, Camões, Pedro Álvares Cabral, Romeu e Julieta, são exemplos paradigmáticos de trabalhos primorosos no campo didáctico e artístico.

História de portugal contracapa e rosto História de portugal pág 1+2História de portugal pág 3+4

Colecção formada inicialmente por 203 cromos, com textos de António Feio, a História de Portugal obteve um êxito retumbante, que se saldou por contínuas reedições até à 17ª, em 1973, já depois de Carlos Alberto ter abandonado a APR. Um êxito comercial e artístico absoluto que, em termos lucrativos, pouco rendeu, porém, ao seu criador gráfico.

História de portugal pág 5+6História de portugal pág 7+8

História de portugal pequena 1Posteriormente, à figura do general Craveiro Lopes, no cromo nº 203, vieram juntar-se as do almirante Américo Tomás, novo presidente da República, e do professor Marcelo Caetano, presidente do Conselho, sendo este, portanto, o cromo que encerrou a caderneta.

Para a 10ª edição, de 1964, com um formato diferente, quase quadrangular (22 x 21,5 cms), Carlos Alberto realizou uma nova capa, cuja imagem se popularizou também entre os coleccionadores, mantendo-se esse formato até à última edição. Devido ao novo modelo, que inaugurou com pompa a “Colecção Ecléctica”, cada página tinha lugar apenas para quatro estampas.

História de portugal último cromo edição pequena186O fim da colecção coincidiu com o fim do regime, derrubado pela “revolução dos cravos”, e com uma nova era, em que o planeamento editorial da APR sofreu profundas alterações, perdendo definitivamente o seu cariz tradicionalista, familiar e pedagógico, de que a História de Portugal e outras colecções de cromos eram um dos símbolos mais radiosos.

História de portugal capa e ccapa edição pequenaHistória de portugal pequena 2 +3

História de portugal anúncio1Ainda hoje, porém, esta magnífica colecção possui uma aura de mítica beleza e de fascínio para várias gerações, que foram atraídas pelo apelo da História e pela arte insuperável das imagens de Carlos Alberto, largamente publicitadas no Mundo de Aventuras e noutras publicações da APR (mas sem uma referência explícita ao seu autor).

História de portugal anúncio 2Como afirmou João Manuel Mimoso, um dos organizadores da mostra da Biblioteca Nacional (o outro foi Leonardo De Sá), “a História de Portugal tornou-se a colecção de maior sucesso no país, estabelecendo um padrão de qualidade raramente igualado no campo do cromo comercial. (…) É instrutivo verificar como a subtileza dos tons e a riqueza de pormenores se perdem nas impressões baratas e como, apesar disso, a paixão pela qualidade, que no artista é um reflexo da sua natureza, o levou a continuar a desenhar e pintar com um detalhe que os cromos, tal como eram finalmente publicados, não justificavam” [in catálogo da exposição de homenagem a C. Alberto, realizada na Casa Roque Gameiro – Amadora BD 2005].

No site da nossa maior instituição cultural, guardiã de um valioso património literário, científico e artístico com séculos de história, está disponível um catálogo dessa excelente mostra, em formato ebook, que pode ser descarregado mediante o pagamento de uma  importância simbólica.

Ver informações em http://livrariaonline.bnportugal.pt/Issue.aspx?i=2188

EXPOSIÇÃO DE CARLOS ALBERTO SANTOS NA BIBLIOTECA NACIONAL

BNEncontro

Por ocasião da mostra que comemora o 60º aniversário da publicação da caderneta de cromos História de Portugal, patente até ao final do mês na BNP, organiza-se um Encontro nesta Sexta-feira, 18 de Outubro, pelas 18 horas, que contará com a presença do desenhador Carlos Alberto Santos.

Leonardo De Sá fará uma intervenção sobre o percurso artístico do ilustrador e João Manuel Mimoso abordará o seu trabalho na História de Portugal e noutras colecções de cromos que realizou, a que se seguirá uma breve visita guiada à exposição.

Detalhes aqui:

http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=859

O catálogo desta mostra está disponível em formato ebook, também no site da BNP (mas requer a prévia instalação do leitor Adobe Digital Editions (ADE) disponibilizado gratuitamente pela Adobe):

http://livrariaonline.bnportugal.pt/Issue.aspx?i=2188