EXPOSIÇÕES NO CPBD E NA BEDETECA DA AMADORA

Exposição do CPBD, dedicada a Viriato na Banda Desenhada

Por amabilidade de Carlos Gonçalves, membro da Direcção do Clube Português de Banda Desenhada, recebemos uma reportagem fotográfica das sessões realizadas no passado sábado, dia 2 de Junho, na Bedeteca da Amadora e na sede do CPBD (como oportunamente anunciámos), durante a inauguração de várias exposições e do lançamento (há muito aguardado) do álbum de Fernando Relvas “O Espião Acácio” — obra incontornável, autêntico clássico, de um dos maiores nomes da BD portuguesa —, coincidindo com a mostra dedicada aos 50 anos da revista Tintin (edição Bertrand), onde ela foi originalmente publicada.

Partilhamos com os nossos leitores algumas imagens desses eventos, com agradecimentos a Carlos Gonçalves e ao repórter fotográfico Dâmaso Afonso.

Exposição do CPBD: Viajantes de Papel na Lusofonia Gráfica

Exposição 50 anos da revista Tintin, na Bedeteca da Amadora

Catherine Labey e Anica Govedarica

Sessão de lançamento do álbum O Espião Acácio (Bedeteca da Amadora)

Assistência atenta durante a apresentação do álbum de Fernando Relvas

Mesa de apresentação do álbum O Espião Acácio

NOVA PALESTRA NO CPBD SOBRE “A LEI DA SELVA” DE EDUARDO TEIXEIRA COELHO

No próximo sábado, dia 6 de Maio, na sede do Clube Português de Banda Desenhada, realiza-se mais uma palestra do ciclo “A Lei da Selva de Eduardo Teixeira Coelho”, que será igualmente apresentada por Mestre José Ruy, autor do powerpoint que ilustrará essa sessão, com numerosos exemplos da arte magistral de E. T. Coelho.

Aproveitamos a oportunidade para mostrar seguidamente algumas imagens da sessão anterior, realizada em 22 de Abril p.p., que embora pouco concorrida mereceu o interesse e o aplauso de todos os presentes, premiando o mérito da obra e a feliz ideia de José Ruy de homenagear um dos melhores trabalhos de E. T. Coelho e Raul Correia para O Mosquito, recentemente reeditado, pela primeira vez, em álbum.

As fotos são de Dâmaso Afonso, activo membro do CPBD, a quem saudamos com amizade, agradecendo novamente a prestimosa colaboração que tem oferecido aos blogues da nossa Loja de Papel.

GALA DOS PRÉMIOS DO AMADORA BD 2016

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Encerrou ontem, domingo, o Amadora BD 2016, ao cabo de três fins-de-semana em que a animação foi a nota dominante, com a presença de muito público e de autores nacionais e estrangeiros que participaram em concorridas sessões de autógrafos.

Como habitualmente, o momento mais solene e de maior repercussão mediática foi a tradicional gala de entrega dos prémios, amadores e profissionais, que se realizou no passado dia 27 de Outubro, atraindo mais uma vez ao amplo salão dos Recreios da Amadora muitas pessoas, sobretudo jovens, que assistiram interessadas a um espectáculo de música, dança e poesia, que primou pela coordenação e pelo bom desempenho dos artistas convidados, com relevo para o declamador Napoleão Mira.

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Premiados dos concursos de BD e “Cartoon”

Na atribuição de prémios profissionais, por categorias, os principais destaques vão para os de Melhor Álbum, que coube a “Tudo Isto é Fado!” (Nuno Saraiva), Museu do Fado; Melhor Argumento para Álbum Português: “Fósseis das Almas Belas” (Mário Freitas), Kingpin Books; Melhor Desenho para Álbum Português: “Tormenta” (João Sequeira), Polvo; Melhor Álbum em Língua Estrangeira: “Sleepy Hollow” (Jorge Coelho e Marguerite Bennett), Boom!; Melhor Álbum de Autor Estrangeiro: “Presas Fáceis” (Miguelanxo Prado), Levoir; Melhor Álbum de Tiras Humorísticas: “Seu Nome Próprio… Maria! Seu Apelido, Lisboa!” (Henrique Magalhães), Polvo; Clássicos da 9ª Arte: “Revisão – Bandas Desenhadas dos Anos 70” (colectânea), Chili com Carne, e “V de Vingança” (Alan Moore e David Lloyd), Levoir; Melhor Fanzine: “Shock” (homenagem ao saudoso Estrompa), El Pep.

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Nuno Saraiva, prémio do Melhor Álbum Português: “Tudo Isto é Fado!”

A notícia mais aguardada, no entanto — sobretudo entre os veteranos que assistem, desde 1990, a este evento que transformou a cidade da Amadora na capital portuguesa da BD —, era a do laureado com o Troféu Honra “Zé Pacóvio e Grilinho”, o maior galardão atribuído pela Câmara Municipal da Amadora, no âmbito do Festival, que continua ainda hoje a consagrar personalidades de reconhecido mérito na área da BD lusa.

E desta vez a escolha recaiu sobre um desses veteranos, sobejamente popular no meio, sobretudo pela sua intensa actividade como repórter fotográfico (de que este blogue tem sido um dos beneficiários, como atestam as imagens supra), e pela estreita ligação ao Clube Português de Banda Desenhada, onde ocupa o lugar de presidente da Mesa da Assembleia Geral. Mas o currículo de Dâmaso Afonso, pois é dele que estamos a falar, engloba outras facetas, que ao longo dos anos lhe deram especial renome.

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Aqui fica um breve apontamento biográfico e respectivas fotos, extraídos, com a devida vénia, do magnífico e sempre actualizado blogue Largo dos Correios.

damaso-afonso«António José Dâmaso Afonso, alentejano, nasceu em Évora a 11 de Janeiro de 1931. Cursou a Escola Industrial e Comercial Gabriel Pereira, na sua cidade, e começou a carreira profissional como escriturário, convertendo-se mais tarde em desenhador na Direcção de Estradas do Distrito de Lisboa, depois num gabinete de Arquitectura e finalmente na Sorefame. Entretanto, publicou anedotas ilustradas no Sempre Fixe (1951), assim como em O Mundo Ri, assinando aqui também com o pseudónimo “Tony”.

Colaborou também no jornal Democracia do Sul (1955) e mais tarde em Itinerário (Boletim da Casa do Pessoal da Junta Autónoma de Estradas), no Boletim Informativo do Clube Sorefame e em D. Quixote, suplemento literário inicialmente do Jornal de Évora e depois do Diário do Sul. Ilustrou uma história para o jornal da J.O.C. e, para o Exército Português, forneceu muitos desenhos respeitantes a ginástica, atletismo, luta livre, lançamento de granadas, etc., destinados a ilustrar livros dos cursos de sargentos e oficiais, a partir de 1959.

É coordenador e redactor do suplemento e rubrica ocasionais sobre BD no Diário do Sul, com a epígrafe O Cuco, desde 1994. Foi recentemente eleito presidente da Assembleia Geral do Clube Português de Banda Desenhada [vulgo CPBD], associação que há muito acompanha de perto. Costuma elaborar os cartazes anunciadores dos frequentes eventos culturais do Clube».

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PARABÉNS E MUITAS FELICIDADES, DÂMASO AFONSO!

NOVO COLÓQUIO DO CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA COM UM ILUSTRE CONVIDADO

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Como oportunamente anunciámos, realizou-se no passado sábado, dia 9 de Julho, o primeiro de uma série de colóquios subordinados ao tema Personalidades Ilustres da Vida Social, Política e Cultural Portuguesa Falam de Banda Desenhada, que o CPBD promoveu no âmbito do seu programa de eventos para o ano em que pôde finalmente dispor de uma nova sede (devido à parceria com a Câmara Municipal da Amadora) e de melhores recursos financeiros, graças sobretudo ao aumento do número de sócios.

O referido colóquio contou com a presença de um ilustre orador, o Dr. Guilherme d’Oliveira Martins, figura destacada da nossa elite social e cultural, que desempenhou também altos cargos na administração pública, como os de Ministro da Presidência, da Educação, das Finanças e Presidente do Tribunal de Contas.

A título particular, o Dr. Guilherme d’Oliveira Martins tem sido também um assumido (e esclarecido) apreciador de Banda Desenhada, manifestando publicamente essa lúdica faceta em intervenções de vária ordem, o que justifica plenamente o convite que lhe foi dirigido pela direcção do CPBD.

Aqui ficam algumas imagens da sua notável palestra, numa sessão aberta a sócios e não sócios do Clube, mas que não foi muito concorrida, decerto devido à coincidência com o tempo de férias de alguns bedéfilos. Sugerimos a hipótese da sua repetição, noutra oportu- nidade, perante público mais numeroso, como o relevo do tema e da personalidade do douto convidado exige e merece.

Estas imagens foram-nos enviadas, como habitualmente, pelo nosso amigo Dâmaso Afonso, prestimoso repórter fotográfico a quem a Loja de Papel e este blogue, em particular, devem inúmeros serviços. Muito obrigado!   

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CPBD: UM CLUBE DE BANDA DESENHADA JÁ COM UMA LONGA HISTÓRIA!

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Como oportunamente anunciámos, realizou-se no passado sábado, dia 25 de Junho, num restaurante da Amadora, mais um almoço de aniversário do Clube Português de Banda Desenhada, que este ano festeja 40 anos de actividade. Decerto devido ao simbolismo e à notoriedade da data (quase meio século de existência!), esse convívio foi um dos mais animados de sempre, pois contou com a presença de mais de três dezenas de sócios — entre os quais, autores de prestígio como José Ruy, José Garcês, Baptista Mendes e Artur Correia, num clima de camaradagem e euforia que reflecte o espírito de renovado dinamismo do CPBD, desde que despertou de um longo letargo e se mudou para a sua nova sede, na Reboleira, cedida graciosamente pela Câmara Municipal da Amadora.

CPBD novo logo.pngFundado em 28 de Junho de 1976 por um pequeno grupo de fãs e coleccionadores que se formou em poucos meses, inspirado pelos movimentos associativos que se tinham gerado em toda a Europa, num culto ecléctico pelo fenómeno da BD, o Clube Português de Banda Desenhada exerceu durante décadas uma assinalável actividade de divulgação da 9ª Arte, ficando ligado a inúmeras e dinâmicas iniciativas que abriram caminho a outros movimentos de significante importância no actual panorama da BD portuguesa.

Em reconhecimento desse longo percurso e do notável contributo que uma associação de modestos recursos econó- micos continua a prestar à causa da Banda Desenhada, promovendo-a em todas as suas vertentes, lúdica, artística, didáctica e cultural, o Município da Amadora ofereceu ao CPBD uma placa comemorativa do seu 40º aniversário, num gesto que nos apraz saudar e enaltecer pelo que representa de espírito de solidariedade e de colaboração entre as duas entidades, irmanadas presentemente pela união geográfica e pelos comuns objectivos de apoio à 9ª Arte, tentando atrair, sobretudo, o público jovem (o que não é tarefa fácil).

A reportagem que se segue deve-se ao nosso habitual colaborador Dâmaso Afonso (distinto presidente da Mesa da Assembleia Geral do CPBD), cujos trabalhos fotográficos, sempre do agrado de quem nos visita, já se tornaram um “ex-libris” da maioria dos eventos bedéfilos retratados pela sua objectiva para O Gato Alfarrabista. E que neste até se deixou fotografar, em sorridente pose, junto do seu colega Carlos Gonçalves, membro da direcção do Clube Português de Banda Desenhada (ver última imagem).

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“COWBOYS” E VAMPIROS NOS COLÓQUIOS DO CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA

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Como o nosso título parece sugerir, este deve ter sido um dos encontros mais estranhos promovidos pelo Clube Português de Banda Desenhada, apesar de não ter decorrido numa sexta-feira 13, nem ter aberto a caça aos bandidos no Far-West americano.

Mas do título à realidade vai um grande salto, porque a magna reunião do CPBD realizada no passado sábado, dia 11 de Junho, não teve nada de insólito, antes pelo contrário… Foi até bem animada e divertida, com a presença do desenhador argentino Juan Cavia e do argumentista Filipe Melo, os dois autores convidados para o primeiro colóquio deste encontro, que apresentaram a sua nova obra “Os Vampiros”, uma novela gráfica cujo tema confirma o talento desta dinâmica dupla, já com honrosa projecção internacional.

As apresentações da praxe foram feitas por Pedro Mota, presidente da direcção do Clube Português de Banda Desenhada (CPBD).

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No segundo colóquio, que começou cerca de uma hora depois, o tema em debate foi o célebre personagem do western italiano Tex Willer, cuja crescente popularidade em Portugal deu origem à criação de um Clube que ostenta o seu nome, edita uma revista semestral e realiza anualmente, em Anadia (região da Bairrada), uma Mostra de BD que já vai na 3ª edição e tem contado sempre com a presença de ilustres autores italianos da editora Bonneli, a “fonte” de onde brotam todas as aventuras de Tex.

Esse animado colóquio — que durou cerca de duas horas, assinalando a primeira e frutuosa colaboração entre o CPBD e o novel Clube Tex Portugal — foi orientado por três grandes fãs texianos, fundadores e membros da direcção do referido Clube: José Carlos Francisco (ao centro), Mário João Marques (à sua esquerda) e Carlos Moreira.

Para todos os presentes, foi um prazer ouvi-los dissertar sobre as suas vivências como leitores e admiradores fanáticos de uma série de culto, cujas idiossincrasias os marcaram profundamente, abrindo-lhes as portas de um vasto e fascinante universo, criado em 1948 por dois “gigantes” da BD italiana: Gian Luigi Bonelli e Aurelio Galleppini.

Como vêem, pelo que aqui ficou descrito, cowboys e “vampiros” conseguiram coexistir em colóquios separados, mas que mantiveram sempre vivo o interesse da assistência.

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(Nota: as fotos que ilustram esta reportagem são da autoria de outro membro do CPBD e nosso amigo de longa data, Dâmaso Afonso, a quem agradecemos a sempre pronta e valiosa colaboração).

DUAS NOVAS E INTERESSANTES EXPOSIÇÕES NO CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA

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Como anunciámos em devido tempo, foram inauguradas, no passado dia 30 de Abril, duas novas exposições na sede do Clube Português de Banda Desenhada (CPBD), alusivas ao tema Eça de Queirós e Alexandre Herculano na Banda Desenhada, com a presença dos seus dois comissários, Carlos Rico e Luiz Beira, de directores e de vários sócios, simpatizantes e colaboradores do Clube. Como oradores intervieram Carlos Rico, Luiz Beira e Pedro Mota, presidente da direcção recentemente eleita.

Estas exposições são fruto de uma parceria entre o CPBD, o Município de Moura (que foi o seu primeiro organizador) e o GICAV (Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu), que tomou também a iniciativa de levá-las ao público da sua cidade.

Montadas em grandes painéis e divididas por autores que adaptaram de forma mais directa ou mais criativa algumas obras dos dois grandes vultos da literatura portuguesa do século XIX, as mostras abrangem várias épocas e várias publicações carismáticas, desde O MosquitoModas & Bordados, O FalcãoMundo de Aventuras e Cavaleiro Andante ao Tintin (português e belga) e até revistas brasileiras, sem olvidar as versões que foram publicadas em álbuns ou que permanecem ainda inéditas.

Apresentamos seguidamente uma breve reportagem dessa informal cerimónia, graças aos préstimos do nosso amigo Dâmaso Afonso, diligente repórter fotográfico a quem, uma vez mais, agradecemos a amável e valiosa colaboração.

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ALMOÇO DE ANIVERSÁRIO DO CPBD

logotipo CPBDConforme antecipadamente informámos, o Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) festejou mais um aniversário, com um almoço tradicional realizado no passado sábado, dia 4 de Julho, em que estiveram presentes mais de trinta sócios e simpatizantes, reunidos em ambiente de franca camaradagem numa sala privativa do acolhedor Restaurante Moisés, sito na Avenida Duque d’Ávila nº 123, em Lisboa.

Este ano registou-se também a participação de algumas “caras novas”, entre as quais a de um sobrinho de Roussado Pinto (nome mítico da BD portuguesa, que nunca foi sócio do CPBD, mas sempre o apoiou, desde a primeira hora) e de um dos filhos de José Manuel Sobral, sócio fundador e ex-membro directivo do Clube, recentemente falecido no Brasil, onde residia há muitos anos. Também nos apraz assinalar a presença do Professor António Martinó, ligado ao CPBD desde longa data, mas afastado fisicamente nos últimos anos, por motivos pessoais e profissionais — que dirige, como todos sabem, o excelente blogue Largo dos Correios —, e de Hernâni Portovedo, membro do jovem Clube Tex Portugal (criado há menos de dois anos), que veio, pela primeira vez, juntar-se à comunidade do CPBD.

Prestes a iniciar mais uma etapa da sua longa existência — para o ano celebrar-se-á, com a devida “pompa”, o 40º aniversário, já em novas e mais funcionais instalações —, o Clube Português de Banda Desenhada conta já com um número apreciável de novos sócios, que acreditam no seu futuro e se dispõem a apoiá-lo em todas as iniciativas que os seus dirigentes se propuserem levar a cabo.

Sem esquecer a publicação de um renovado Boletim, o fanzine mais antigo que existe em Portugal (e seguramente um dos mais antigos de toda a Europa), cujo mais recente número acaba de ser distribuído, com a terceira e penúl- tima parte de um exaustivo e brilhante estudo do consócio Américo Coelho sobre a figura do famoso detective inglês Sexton Blake, émulo e rival de Sherlock Holmes, cuja popularidade em Portugal atingiu o auge nos anos 50 e 60 do século passado, graças ao Cavaleiro Andante e a outras revistas de banda desenhada.

A reportagem fotográfica que seguidamente apresentamos deve-se, como é habitual, ao experiente “repórter de serviço” Dâmaso Afonso, a quem agradecemos mais esta prova de amizade e de gentil colaboração com o nosso blogue.

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AMADORA BD 2014 – 4

Título Fotos: Dâmaso Afonso

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Como já tivemos ocasião de informar, em sessão que decorreu no passado sábado, 1 de Novembro, no espaçoso salão dos Recreios da Amadora, perante numerosa assistência, realizou-se a cerimónia de entrega dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada 2014, em que actuou também o mestre guitarrista António Chainho, acompanhado por Tiago de Oliveira (na viola) e Ciro Bertini (no baixo), e pela fadista Filipa Pais.

A reportagem que se segue foi-nos gentilmente enviada por Dâmaso Afonso, a quem agradecemos, uma vez mais, toda a valiosa colaboração que nos tem prestado. De notar que no ecrã, por detrás das presenças no palco, é visível quase sempre a designação dos prémios e o nome dos vencedores.

A entrega dos prémios patente nas fotos que apresentamos, esteve a cargo de: Osvaldo de Sousa, comissário da exposição Amadora Cartoon, aos caricaturistas António (Portugal), Xaquin Marin (Espanha) e Yuiriy Pogorelov (Ucrânia), e a Álvaro e José Pinto Carneiro (Melhor Álbum de Tiras Humorísticas); Nelson Dona, director do Festival, a Pedro Massano (Melhor Desenho de Álbum Português); Carla Tavares, presidente da CMA, a Carlos Baptista Mendes (Troféu de Honra), cuja apresentação foi feita por José Ruy e José Garcês, colegas de longa data do homenageado; António Moreira, vereador da Cultura da CMA, a jovens premiados nos Concursos Nacionais de BD e Cartoon, e a André Oliveira (Melhor Argumento de Álbum Português). 

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