MORREU FERNANDO RELVAS – UM DOS MAIORES CRIADORES DA MODERNA BD PORTUGUESA

NOVA SEDE DO CPBD INAUGURADA AMANHÃ

CNBDI da Amadora

CPBD novo logo.pngSegundo informação de última hora, a nova sede do Clube Português de Banda Desenhada (CPBD), na Falagueira-Venda Nova, será inaugurada amanhã, sexta-feira, pelas 17H00, e não no sábado, como estava inicialmente previsto, contando com a presença da Presidente da Câmara Municipal da Amadora e do seu Vereador da Cultura.

Aproveitando esta notícia para prestar mais esclarecimentos sobre a renovada acção do CPBD — agora instalado no antigo núcleo do histórico CNBDI (encerrado há alguns meses), cujo amplo espaço lhe oferece maior liberdade, e em contacto próximo com outras entidades que promovem e prestigiam a 9ª Arte, como a Bedeteca da Amadora, embora seguindo caminhos autónomos —, reproduzimos com todo o prazer a circular que nos foi enviada pela direcção do Clube, com informação detalhada e algumas fotos das três mostras que, a partir de amanhã, estarão patentes na sua nova “sala de visitas”.

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O CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA (CPBD) JÁ SE MUDOU PARA A CIDADE DA AMADORA

CNBDI da Amadora

Temos o prazer de informar que a inauguração oficial da nova sede do Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) terá lugar no próximo dia 7 de Novembro, às 18h30, na antiga morada do histórico Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI), sita na Avenida do Brasil, 52A, Amadora.

Durante a sessão, será apresentado o programa da temporada 2015-2016, com a revelação de algumas agradáveis surpresas para os sócios e o público em geral.  

CPBD novo logo.pngDuas exposições organizadas pelo CPBD serão abertas ao público, no mesmo local, a primeira dedicada à famosa série Quim e Manecas, de Stuart Carvalhais, como prolongamento do tema “A Criança na BD”, que presidiu, este ano, ao Festival Amadora BD, e a segunda constituída por uma notável colecção de originais e reproduções de outro grande autor português, José de Lemos, assinalando o 20º aniversário do seu falecimento, com gentil cedência de algum material pela Casa da Cultura de Setúbal, através do seu dinamizador Teófilo Duarte.

Numa das salas da nova sede estará também patente uma elucidativa mostra sobre o longo caminho percorrido pelo Clube, documentando a sua actividade editorial e as principais exposições que realizou durante os seus 40 anos de existência.

A parceria entre o CPBD e a Câmara Municipal da Amadora — que deu azo a mais um importante polo cultural da Cidade da BD, não deixando “morrer” um espaço emblemático — está configurada no novo símbolo do Clube, exposto num grande telão, na frontaria da sua ampla e convidativa sede, que aguarda, a partir de 7 de Novembro p.f., a visita dos seus sócios e do público bedéfilo em geral.

FERNANDO RELVAS E A REVISTA “TINTIN” NO CNBDI

Fernando Relvas

Ah! Que saudades do jovem Relvas, quando começou a colaborar no Tintin português, com “O Espião Acácio”, “Rosa Delta Sem Saída”, “L123”, “Cevadilha Speed” e outras histórias (ainda hoje de culto, extravasando as fronteiras do seu tempo) que animaram, a preto e branco, as páginas de uma revista carismática, mas a precisar, nessa altura, de renovação.

Relvas Cevadilha Speed (Tintin)Relvas foi o sangue novo, o artista jovem, independente (no sentido de não seguir nenhuma escola) e criativo que trouxe ao Tintin uma lufada de modernismo, com o seu estilo vanguardista, a sua estética do claro-escuro que realçava o efeito psicológico do jogo de sombras, das largas manchas que alastravam sobre as figuras, no papel, como reflexos de um imaginário delirante e irreverente (por vezes, ambíguo) e de um pincel insatisfeito, sempre em busca de novas experiências, de novos processos… Que continuaria a ensaiar, sem conhecer limites, na etapa seguinte da sua carreira, ao assentar arraiais noutro prestigioso semanário, o Se7e.

Ah! Que saudades do grande Relvas desses tempos! (Re)vejam-no agora, através de alguns dos seus melhores trabalhos, na mostra que o CNBDI inaugura amanhã, às 19h00, e que estará patente na sua sala de exposições temporárias até 27 de Junho. A não perder!

CNBDI (Exposição Relvas)

ABRIL E A “VISÃO” NA CASA DA BD

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Este ano, o CNBDI assinala os 40 Anos da Revolução de Abril com um (re)encontro dos artistas que colaboraram na Visão, a mítica revista nascida em 1975 e que encetaria um novo capítulo na história da BD nacional.

Estão já confirmadas as presenças dos artistas António Pilar, Carlos Barradas, Carlos Zíngaro, Pedro Massano e Victor Mesquita.

Este serão conta também com a participação musical de Francisco Fanhais, conhecida voz de Abril, ex-sacerdote católico, condecorado com a Ordem da Liberdade, em 1995.

Na próxima terça-feira, 29 de Abril, às 21h00, o CNBDI espera por todos os que quiserem associar-se a este encontro com tão notáveis artistas, e que será certamente uma excelente forma de comemorar a Revolução dos Cravos na casa da Banda Desenhada.

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BATMAN – DE GOTHAM CITY PARA O CNBDI

Realiza-se amanhã, dia 27 de Março, pelas 21h00, um novo encontro no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI), no âmbito das palestras anuais Às quintas falamos de BD (ciclo Heróis de Papel, cujo tema será, desta vez, os 75 anos de Batman).

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Para falarem deste super-herói norte-americano estarão presentes João Miguel Lameiras — reputado especialista de banda desenhada, que dará a conhecer o nascimento de Batman e desvendará um pouco da sua história —, Luís Salvado — jornalista com vastos conhecimentos sobre a BD e a 7ª Arte, que evocará as várias vidas de Batman e a forma como todas elas reflectiram não só as adaptações da BD ao grande ecrã, mas também todo o cinema popular do respectivo período —, e ainda José de Freitas, ex-editor da Devir, que publicou Batman durante a última década.

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Recordamos a propósito que, no nosso país, o “homem-morcego” se estreou 20 anos depois do Super-Homem, com quem viria a partilhar A Revista dos Super-Heróis, editada nos anos 80 pela APR (Agência Portuguesa de Revistas), primeira publicação portuguesa de BD em que estes dois icónicos personagens tiveram vida autónoma.

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Em 1977, o Jornal do Cuto, na sua última fase, publicou durante vários números uma série de tiras diárias assinadas por Al Plastino, sob o título genérico Batman — Na Pista da Aventura, dedicando-lhes algumas capas da autoria de Carlos Alberto Santos, o primeiro ilustrador profissional português a retratar o “homem-morcego”.

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A ARTE DE ZÉ MANEL NO CNBDI

Cartaz expo Zé Manel

A sala de exposições temporárias do CNBDI, um novo espaço que abriu portas no dia 26 de Novembro, por ocasião do 24º AmadoraBD, recebe agora esta mostra dedicada à obra humorística de José Manuel Alves Mendes, o virtuoso desenhador que assina Zé Manel.

Esta exposição, que foi produzida por Osvaldo Macedo de Sousa/Humorgrafe e integrou o 18º Salão Internacional MouraBD 2013, descreve um breve percurso pelo trabalho de Zé Manel — que, para além da banda desenhada, a ilustração e a caricatura, pode apreciar-se em áreas tão distintas como os vitrais, o design gráfico, a cenografia para teatro e cinema de animação, ou a ilustração para livros escolares (quem não se lembra de Nicole, Robert e Petit Patapouf, personagens que animaram os livros de francês Je Commence?).

Composta por pranchas, ilustrações, desenhos originais e publicações, esta mostra apresenta-se em três núcleos distintos, o primeiro dedicado à BD (para um público infantil e adulto), o segundo ao humor na imprensa (os diferentes jornais e revistas em que Zé Manel colaborou), e o terceiro ao erotismo, tema que atravessa grande parte da sua obra.

Zé Manel (gueixa)

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