HUMOR A VERDE E BRANCO

Humor a Verde e Branco (exposição)

Entre 6 e 24 deste mês, vai decorrer em Moura uma exposição de cartunes de Carlos Rico — nome bem conhecido no meio bedéfilo nacional —, intitulada “Humor a Verde e Branco”. A mostra refere-se a uma selecção de cartunes, sob a forma de tiras, publicados semanalmente no jornal do Sporting Clube de Portugal, entre 2005 e 2012.

A produção da exposição é tripartida entre o Núcleo Sportinguista de Moura, a Câmara Municipal de Moura e o jornal do Sporting, tendo ainda a colaboração da Inovinter. A inauguração está prevista para as 18:00 horas do dia 6 de Junho e contará com a presença de algumas personalidades afectas ao clube leonino, recente vencedor da Taça de Portugal (o que deve ter posto Carlos Rico nos píncaros da Lua!).

Parabéns, amigo Carlos, e que continue a contar muitos êxitos na sua carreira artística!

 

OS REIS DO RISO – 3

NEM TUDO O QUE LUZ É OURO…

E para acabar com sorrisos e boa disposição mais um ano de “vacas magras”, em que muitos políticos e doutas personalidades continuaram a repisar os mesmos discursos, vendendo promessas e ilusões, aqui têm uma história de tesouros, com o traço — que alguns dos nossos leitores poderão não reconhecer — de um dos mais geniais humoristas da BD portuguesa: Artur Correia.

Este curto episódio foi publicado no número de Natal do Camarada (2ª série) de 1958, revista em que floresceu uma notável escola de desenhadores humorísticos, com Artur Correia, Carlos Roque, Fernandes Silva e Ricardo Neto no topo da lista. 

Um bom ano de 2014 para todos são os votos d’O Gato Alfarrabista!

Artur Correia - O tesouro 1 e 2

O HUMOR DE AUGUSTO TRIGO – 1

Image converted using ifftoanyGeralmente considerada mais acessível, em termos criativos, do que a BD de estilo realista (o que é um erro), a BD humorística chega, geralmente, a um universo de lei- tores muito mais vasto, o que explica o êxito de grandes séries de renome mundial, publicadas em milhares de jornais e revis- tas, e as exigências que elas impõem, no dia a dia, aos seus autores — visto que a cons- trução de gags para um trabalho dessa natureza, circunscrito quase sempre a um pequeno grupo de personagens e a cená- rios que pouco se renovam, requer doses quase ilimitadas de imaginação. Por isso, são poucos os exemplos de artistas que conseguem, como Augusto Trigo, dividir-se entre os dois campos, demonstrando uma polivalência, uma eficácia e um engenho que tornam difícil escolher a faceta que pesa mais na balança das nossas preferências.

São esses três factores que queremos aqui realçar, apresentando alguns exemplos da vertente humorística, para muitos desconhecida, de um grande e versátil desenhador, de cujas mãos saem sempre trabalhos dignos da nossa admiração — como os cartões de Boas Festas com que nos tem presenteado, desde há vários anos, alguns dos quais (com temas africanos do seu particular afecto) queremos partilhar também convosco, nesta despedida de 2013, desejando a Augusto Trigo a continuação de uma carreira repleta de êxitos, em qualquer das áreas onde sobressai o seu talento.

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