2 thoughts on “IN MEMORIAM (DA MOUNETTE) – 5

  1. Este poema adapta-se perfeitamente a todos os gatos.
    Nunca tive nenhum mas os que conheci, pertença de outras pessoas, senti que tinham estes sentimentos(?).
    São animais com uma personalidade muito ímpar.
    Belíssimo poema Jorge!
    Um abraço.

  2. Devido aos muitos problemas que tenho tido com o meu computador, servindo-me actualmente apenas do da Catherine, só agora tenho oportunidade de responder ao seu comentário, para lhe agradecer a sua lisonjeira opinião sobre este poema e, acima de tudo, sobre os gatos.
    De facto, estes felinos são seres extraordinários, muito diferentes dos cães, e fazem também boa companhia aos humanos, parecendo ter o dom de compreender os seus sentimentos e partilhar, por vezes, as suas emoções. Senti isso com todos os gatos que tivemos, três até agora, com comportamentos e personalidades muito distintas, mas todos eles capazes de nos dar alento e conforto, em momentos de desânimo e de tristeza. Tive várias vezes essa experiência e, por isso, acredito nas suas faculdades psíquicas.
    Mesmo parecendo criaturas que prezam a sua independência, distanciando-se dos donos, os gatos, no fundo, são extremamente afectuosos e sentem tanto a nossa falta, quando nos ausentamos, como nós a deles quando nos deixam para sempre. Além dos que tivemos em casa, também convivemos com gatos de rua, aos quais alimentávamos, e era patente a facilidade com que ganhavam confiança e afeição por nós. Um exemplo para muitos humanos!
    Abraços,
    JM

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