3º SALÃO DE BANDA DESENHADA DE AVEIRO

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Foi inaugurado ontem, dia 7 de Janeiro, às 11 horas, o 3º Salão de Banda Desenhada de Aveiro, organizado por um veterano destas lides, o nosso confrade Saul Ferreira, a quem agradecemos o convite para a abertura do evento, ao qual infelizmente, por motivos de força maior, não pudemos comparecer.

Citando Saul Ferreira: em 1977 realizou-se (também por sua iniciativa) o 1º Salão de Banda Desenhada, em 1979 o 2º Salão de Banda Desenhada e o 1º Festival de Cinema de Animação, com a exibição de diversos filmes em 16mm. Todos estes eventos tiveram lugar no Salão Cultural da Câmara Municipal de Aveiro.

Agora, 36 anos depois do anterior, é a vez do 3º Salão de Banda Desenhada ficar patente ao público no Museu de Aveiro – Santa Joana, com o tema “80 anos de O Mosquito”, exibindo diversas páginas e ilustrações publicadas naquela mítica revista, que como muitos bedéfilos bem se recordam nasceu no dia 14 de Janeiro de 1936.

Os nossos parabéns à bela cidade de Aveiro e a Saul Ferreira pelo entusiasmo e pela persistência com que se dedicou a este projecto cultural, fazendo-o renascer numa data tão assinalável como é a do 80º aniversário d’O Mosquito.

Salão BD Aveiro Expo

Nota: a foto supra, com uma ampla panorâmica da mostra patente no 3º salão de BD de Aveiro, foi reproduzida, com a devida vénia, do blogue “Divulgando Banda Desenhada”, orientado por Geraldes Lino. Os nossos agradecimentos também a Saul Ferreira.

“CHARLIE HEBDO” EM EXPOSIÇÃO NA BEDETECA DA AMADORA

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É inaugurada hoje, dia 7 de Janeiro, pelas 20h00, na Bedeteca da Amadora, a exposição documental “Estúpidos, maldosos e semanais. Uma constelação em torno do Charlie Hebdo”, integrada no programa “Os 5 sentidos da Banda Desenhada”, com curadoria de Pedro Moura e colaboração de Osvaldo Macedo de Sousa. A entrada é livre.

Inaugurada um ano após os atentados que vitimaram, entre outros, alguns membros da redacção do polémico jornal satírico francês Charlie Hebdo, a referida exposição visa mostrar o contexto em que surgiu este título (assim como o grupo editorial que o formou, associado à revista Hara-Kiri). 

Revisitando referências da imprensa ilustrada satírica, outros títulos de banda desenhada, imagens da publicação e livros que reflectem a sua história, há ainda um complemento organizado por Osvaldo Macedo de Sousa: “Cartoonismo: uma profissão de risco?”, em que desfilam vários artistas que, no mundo dito do Médio Oriente e da Ásia, têm sofrido as consequências mais graves devido ao seu trabalho artístico, demonstrando que a luta pela liberdade de expressão é verdadeiramente universal, e que a solidariedade deve ultrapassar fronteiras, línguas e culturas. 

A inauguração é seguida de uma mesa-redonda informal, com a presença de Nuno Saraiva, Rui Pimentel e Osvaldo Macedo de Sousa

A exposição — que estará patente até 30 de Janeiro — conta com o apoio da Bedeteca da Biblioteca Municipal dos Olivais e do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, onde se realizará, no próximo dia 23 de Janeiro, um debate associado a este evento, com hora a indicar posteriormente.

Bedeteca da Amadora – 3ª a sábado, das 10h às 18h – Av. Conde Castro Guimarães, 6 – 2720-119, Amadora.

A QUINZENA CÓMICA – 9

FANTASIAS DE ANO NOVO

Cara Alegre nº 24

A nossa principal rubrica humorística celebra, pela primeira vez, o Novo Ano… na indispensável companhia do Cara Alegre e de um dos seus melhores colaboradores artísticos, o genial Stuart Carvalhais, cuja original composição evoca também o Dia de Reis, num cenário de feminil e quase poética (ou será atlética?) graciosidade.

CITAÇÃO DO MÊS – 20

AYN RAND (escritora e filósofa)

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“Quando te deres conta de que para produzir precisas de obter a autorização de quem nada produz; quando te deres conta de que o dinheiro flui para o bolso daqueles que traficam não com bens, mas com favores; quando te deres conta de que muitos na tua sociedade enriquecem graças ao suborno e às influências, e não ao seu trabalho, e que as leis do teu país não te protegem a ti, mas protegem-nos a eles contra ti; quando descobrires ainda que a corrupção é recompensada e a honradez se converte num auto-sacrifício, poderás afirmar, taxativamente, sem temor de te equivocares, que a tua sociedade está condenada“.