ASSEMBLEIA GERAL DO CPBD

logotipo CPBDNo passado sábado, dia 26 de Setembro, realizou-se a Assembleia Geral do Clube Português de Banda Desenhada, com a presença de mais de uma dezena de sócios, constando na ordem de trabalhos a alteração de duas alíneas dos estatutos e a eleição dos novos corpos gerentes, cuja lista era assim constituída:

Direcção: Pedro Mota (Presidente), António Amaral, Carlos Gonçalves e Geraldes Lino (Vice- -Presidentes); Mesa da Assembleia Geral: Dâmaso Afonso (Presidente), António Isidro (Vice- -Presidente) e Carlos Moreno (Secretário); Conselho Fiscal: Paulo Duarte (Tesoureiro e Presidente), Américo Coelho e Aurélio Lousada (Vogais).

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A lista foi aprovada por unanimidade, contando também para esta eleição os votos enviados por email — pois, pela primeira vez, o CPBD recorreu à Internet e às novas tecnologias, com agrado de quem, como nós, não pôde deslocar-se, nesse dia, à Avenida Duque de Ávila nº 26-2º, em Lisboa, onde o Clube tem ainda a sua sede.

Inserimos neste post uma breve reportagem da sessão, graças às fotos que nos foram amavelmente facultadas pelos nossos amigos António Martinó de Azevedo Coutinho e Dâmaso Afonso, a quem endereçamos os devidos agradecimentos.

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Prestes a iniciar uma nova etapa da sua já longa existência, conforme temos noticiado — em futura colaboração com a Câmara Municipal da Amadora, que deverá disponibilizar-lhe nova sede, em mais amplas e funcionais instalações —, o CPBD continua, entretanto, a publicar o seu Boletim, cujo nº 140 (com a última parte do extenso “dossier” dedicado ao detective inglês Sexton Blake) foi BOLETIM 140distribuído gratuita- mente aos sócios presentes nesta Assembleia Geral. Os outros recebê-lo-ão, como de costume, pelo correio.

Aproveitamos a oportunidade para divulgar um texto da autoria de Carlos Gonçalves — um dos principais elementos ligados à fundação do CPBD, que lhe deve grande parte do seu dinamismo e da sua influência nas primeiras décadas de vida —, onde este sócio recorda, em linhas gerais, o percurso percorrido pela primeira associação do género criada em Portugal, desde o ano já distante de 1976 até ao culminar de um período de grande actividade, em que se destacaram, pela sua importância e projecção a nível nacional e internacional, os quinze Festivais de Banda Desenhada de Lisboa, realizados entre 1982 e 1996, e a criação dos prémios O Mosquito, para distinguir a produção anual dos autores mais em evidência em várias categorias, sem esquecer os recém-chegados à 9ª Arte, através da promoção de concursos.

HISTORIAL DO CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA

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