DOIS ANOS DEPOIS…

2º ANIVERSÁRIO D’O GATO ALFARRABISTA

Anos do GatoAlfarrabista 2015

O nosso blogue festeja hoje mais um aniversário com um cartoon oferecido pela sua preciosa assistente técnica Catherine Labey, sem cujo permanente apoio não teríamos chegado, com toda a certeza, até aqui.

Em 2014, o balanço foi totalmente positivo, pois, cumprindo a promessa feita há um ano, publicámos mais posts (165), criámos novas rubricas e mantivemos a regularidade pretendida, com picos em Abril e Agosto.

Este segundo ano de actividade ficou marcado também pela criação de dois novos blogues, O Voo d’O Mosquito (em Agosto) e A Montra dos Livros (em Novembro), para onde transitaram alguns posts d’O Gato Alfarrabista, mas que têm apresentado também rubricas novas e vão fazendo paulatinamente o seu caminho.

Infelizmente, neste mês de Janeiro a “pedalada” do nosso Gato tem sido menor, ressentindo-se de alguns percalços de saúde do seu coordenador e da inclemente falta de espaço (problema que esperamos resolver muito em breve).

Feito o balanço, só nos resta desejar (e confiar) que 2015 seja ainda melhor que os dois primeiros anos, em que o número de visitantes não parou de aumentar. Obrigado a todos!  

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9 thoughts on “DOIS ANOS DEPOIS…

  1. Parabéns pelo empenho, pelas recordações de tantas e tantas horas de leitura de BD’s, pelos trabalhos de pesquisa e pelas homenagens que prestam, em cada post, aos autores e publicações.
    Vir aqui e visitar esta página é sempre uma boa surpresa. Ainda bem que me deixam entrar.
    Um dia espero poder agradecer-vos ao vivo e a cores.

    João Francisco
    PS: Cá em casa adoramos os vossos livros. Sim, os vossos.

  2. A todos, caros amigos, o nosso muito obrigado pelas vossas generosas palavras, que muito nos sensibilizam e que são um grande incentivo para procurarmos fazer um pouco melhor neste 3º ano de existência.
    Agradecimentos que também queremos tornar extensivos ao Professor António Martinó de Azevedo Coutinho, que no seu prestigioso blogue Largo dos Correios nos brindou com um inesperado, e muito gratificante, presente de aniversário.
    Bem hajam pelo vosso apoio e continuamos a contar com as vossas visitas e comentários, não só aqui no Gato como no Voo d’O Mosquito e na Montra dos Livros.

  3. Caro Mário, muito obrigado também pelos seus votos e esperamos, dentro do possível, continuar por este bom caminho da defesa e divulgação de tantos valores da BD nacional (e estrangeira) que as gerações actuais quase desconhecem. Porque a BD (de todos os tempos e de todas as origens) continua a ser uma das nossas maiores paixões e um grande lenitivo para os momentos difíceis que, às vezes, nos surgem pela frente.
    Grande abraço.

  4. Caros Amigos:
    Embora já um pouco fora de horas (uma arreliadora avaria no nosso pc deixou-nos sem net durante quase um mês!), não quero deixar de vos felicitar pelo excelente trabalho que têm desempenhado neste blogue. É, de facto, um prazer visitar este “alfarrabista”. Aprendemos sempre mais qualquer coisa e ficamos com vontade de (re)ler as velhas aventuras que deliciavam a malta da geração do Mosquito e do Cavaleiro Andante.
    Ao Jorge, pela qualidade da sua prosa e da investigação que a acompanha, e à Catherine, pela qualidade do seu trabalho gráfico, mando um abraço de felicitações.
    Continuem, Amigos”

  5. Muito obrigado, amigo Carlos, pelas suas felicitações, que nos enchem sempre de prazer, de orgulho e de brios… pois significam que ao trabalho feito temos de juntar a vontade de, no futuro, fazer ainda melhor. Verdade se diga que vontade não nos falta, as circunstâncias é que, por vezes, não ajudam e o nosso “Gato Alfarrabista” tem-se ressentido um pouco disso, nestes últimos tempos… mas com esperança de recuperar em breve o seu ritmo normal.
    Quanto às “velhas aventuras que deliciavam a malta da geração do Mosquito e do Cavaleiro Andante”, o nosso intento é não as deixar cair no olvido, sobretudo aos seus autores… mas não nos parece que hoje fossem tão bem recebidas como no passado, há 60 ou 70 anos. Tudo passa e tudo tem (ou teve) a sua época. É assim a lei da vida! Mas recordá-las, dentro do seu contexto próprio, é também prestar um tributo à vida e às sucessivas gerações que por ela passam…
    Um grande abraço,
    Jorge Magalhães

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