JOSÉ RUY – A PAIXÃO DO DESENHO – 4

A BRAVURA DE CHICO

 Apresentamos hoje uma nova história de Mestre José Ruy, com três páginas apenas, mas recheada de interesse e emoção (como se dizia e escrevia nos bons velhos tempos), e que respigámos, como as anteriores, d’O Papagaio, suplemento da revista Flama.

Foi a primeira vez que José Ruy escolheu como cenário a lezíria ribatejana, talvez para ter oportunidade de voltar a desenhar equídeos, pois era patente a sua afinidade com o porte dos garbosos animais, mesmo apesar de nunca os ter montado.

Como frequentemente acontece é a imaginação dos artistas que os faz superar os próprios handicaps ou as sensações que nunca experimentaram… e os resultados são surpreendentes! Mas no caso de José Ruy contou muito também a aprendizagem do natural, quando passava dias inteiros na Escola do Exército a esboçar as poses dos cavalos parados e em movimento.

Resta acrescentar que esta história teve início n’O Papagaio anexo à Flama nº 64 e acabou no nº 66 desta revista, em 10/6/1949. Se o cenário fosse ligeiramente transformado e os figurantes aparecessem com outra vestimenta, “A Bravura de Chico” até poderia confundir-se com uma típica aventura de cowboys. Digam lá se não é verdade!

A Bravura do Chico

 

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s